A DESTRUIÇÃO DA ARTE É UMA FORMA DESEJÁVEL DE ATIVISMO CLIMÁTICO?
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https://doi.org/10.32435/envsmoke.20236173-77%20%20Palavras-chave:
Mudança climática, Apreciação cultural, Aquecimento global, Ativismo verde, VandalismoResumo
Em 2022, houve várias tentativas de dano ou destruição de objetos de arte de alto valor (cultural e econômico) como uma forma de ativismo climático. Neste manuscrito, argumenta-se que a destruição ou tentativas de destruição de bens não é uma forma pacífica de protesto, e pode constituir um ato criminoso. Se a arte única fosse destruída através de um ato de ativismo climático, isso resultaria em uma perda irremediável de ícones culturais profundamente importantes. Além disso, os ativistas podem – por meio de suas ações destrutivas – acabam mudando irreversivelmente a cultura de apreciação da arte. Mesmo que estes atos consigam atrair a atenção global, argumenta-se que existem outras formas produtivas não destrutivas de chamar a atenção generalizada para questões relacionadas à mudança climática sem prejudicar as preciosas mercadorias culturais da humanidade.
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